A seca no Corno de África, a maior de que há memória nos últimos 50 anos, está a provocar um desastre humanitário de dimensões catastróficas.
Os campos de refugiados estão superlotados e excedem em muito a sua capacidade de resposta, ao mesmo tempo que milhares de vitimas chegam diariamente em situação de vulnerabilidade. A 20 de Julho deste ano, mais de 120 mil somális fugiram para o Quénia e Etiópia.
Este mês, pelo menos 3.000 forma chegando diariamente. Estima-se que 11 milhões de pessoas já foram afectadas pela pior seca em mais de 50 anos. Estima-se que 11 milhões de pessoa tenham sido afectadas pela pior seca em mais de 50 anos. Perante a incapacidade de acção imediata, a fome espalhou-se para o resto do sul da Somália.
O Serviço Jesuíta aos Refugiados há décadas a trabalhar na África Oriental, servindo mais de 100.000 refugiados e deslocados, garantindo seu bem-estar, a sua coexistência pacífica e acesso à educação lança agora um apelo ao qual a Província Portuguesa da Companhia de Jesus, a Fundação Gonçalo da Silveira, o Serviço Jesuíta aos Refugiados – Portugal e os Leigos para o Desenvolvimento se associam. Leia + em www.jrs.net
"Embora o número de refugiados somalis que é assistido pelo JRS seja, neste momento, relativamente baixo, o tipo de serviço oferecido está munido dos recursos necessários. No entanto se, como é esperado, o JRS começar a oferecer serviços educacionais em Dollo Ado (acampamento na Etiópia), o número de beneficiários crescerá bastante. Estamos, assim sendo, à procura de recursos para esta nova intervenção." FRIDO PFLUEGER, SJ Director JRS da África Oriental